
Engenharia de acesso por corda de alta performance para Obras de Arte Especiais. Diagnósticos não destrutivos de carbonatação, ensaios de esclerometria, recuperação de armaduras e reforço estrutural com fibras de carbono (CFRP) sob normas ABNT NBR 9452 e DNIT.
Pontes, viadutos e passarelas (Obras de Arte Especiais - OAE) estão sob constante ação de carregamento dinâmico cíclico e severas agressões ambientais. Realizar vistorias periódicas e recuperações pontuais no intradosso dos tabuleiros e nas faces dos pilares elevados exige métodos operacionais ágeis para evitar a interdição parcial ou total das rodovias e ferrovias.
Na Pentágono Alpinismo, implementamos soluções avançadas de acesso tático por cordas, permitindo que nossos engenheiros e técnicos realizem ensaios não destrutivos e intervenções corretivas pesadas. Com equipe IRATA Nível 3, alcançamos pilares e encontros suspensos de forma rápida e segura, eliminando o custo proibitivo de montagem de andaimes ou plataformas flutuantes.

Oferecemos diagnósticos precisos e manutenções corretivas em estruturas civis de grande porte.

Identificação milimétrica de microfissuras, segregação de agregados, armaduras oxidadas e ensaios químicos de carbonatação por fenolftaleína com emissão de relatórios técnicos detalhados.

Remoção tática de blocos delaminados, passivação de armaduras oxidadas com primer rico em zinco e recomposição da seção estrutural com argamassa tixotrópica polimérica.

Instalação vertical precisa de sensores de deslocamento linear (LVDT), acelerômetros tridimensionais e extensômetros ópticos para telemetria de vibração mecânica e cargas dinâmicas.
Procedimentos rigorosos para estender a vida útil e garantir a segurança estrutural de passarelas e viadutos.

Varredura acústica percussiva completa no intradosso da ponte combinada a ensaios de esclerometria para determinar a resistência superficial (fck) do concreto exposto.

Selagem profunda de trincas ativas e passivas por injeção pneumática de resinas poliméricas de baixíssima viscosidade e alta resistência mecânica.

Laminação manual de mantas de fibra de carbono de alta resistência à tração fixadas com resinas epóxi para ampliação da capacidade de carga do pilar estrutural.

Ao contrário de treliças metálicas pesadas, passarelas suspensas complexas ou andaimes convencionais que exigem canteiros volumosos, o alpinismo industrial na recuperação de OAE permite a montagem de linhas de vida e cordas a partir do tabuleiro superior em minutos. Isso reduz em até 80% o custo operacional e logístico de sinalização de rodovias.
Nossa equipe multidisciplinar de alpinistas industriais é liderada por engenheiros estruturais especialistas em OAE, com emissão de laudo técnico completo e ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) conforme as exigências do DNIT e do CREA.
Falar com Engenheiro ResgatistaTécnicos IRATA Nível 3 supervisionando a ancoragem com redundância total de linhas.
Os trabalhos ocorrem abaixo do tabuleiro da ponte sem bloquear o fluxo diário de veículos.
Entregamos relatórios detalhados com mapeamento térmico estrutural e ART.
Nossos técnicos utilizam sistemas de acesso por corda de alta performance, estabelecendo ancoragens redundantes e linhas de vida temporárias diretamente a partir do tabuleiro superior ou das vigas de apoio. Isso permite a movimentação tridimensional rápida sob o intradosso do tabuleiro e faces externas dos pilares, eliminando a necessidade de balsas, andaimes suspensos ou plataformas flutuantes, mesmo sobre corpos d'água ou abismos.
Todas as nossas inspeções estruturais e relatórios de conformidade seguem estritamente a norma ABNT NBR 9452 (Inspeção de pontes, viadutos e passarelas de concreto) e as diretrizes do DNIT (Manual de Inspeção de OAE) e DER. Classificamos os danos e manifestações patológicas em graus de urgência técnica, garantindo plena validade técnica e jurídica para concessionárias e órgãos públicos.
A carbonatação ocorre quando o CO₂ atmosférico reage com os compostos hidratados do cimento, reduzindo o pH do concreto (de ~12.5 para menos de 9), o que despassiva a armadura de aço e inicia a corrosão. Nossos escaladores realizam ensaios colorimétricos in loco por aspersão de uma solução indicadora de fenolftaleína em seções expostas do concreto. A mudança de cor para rosa-carmim identifica a zona alcalina (saudável), enquanto a ausência de cor delimita a profundidade da carbonatação.
A execução de reparos sob carregamento dinâmico cíclico exige o uso de tecnologias de pega ultrarrápida e alta tixotropia. Aplicamos argamassas poliméricas de alto desempenho modificadas com microssílica e resinas epóxi estruturais com transição de gel acelerada. Além disso, utilizamos sistemas de ancoragem e escoramentos de amortecimento dinâmico ativo para garantir estabilidade absoluta do composto até a sua cura inicial, sem paralisar o tráfego da OAE.
Toda intervenção, ensaio destrutivo ou não destrutivo, e mapeamento de patologias é supervisionado por engenheiros de estruturas de concreto e OAE. Emitimos a devida Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) registrada no CREA (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia) competente. Adicionalmente, nossas operações são cobertas por apólices de seguro de responsabilidade civil profissional de alto valor securitário.
O processo segue fases técnicas rigorosas: delimitação da área com corte de disco diamantado, escarificação para remoção do concreto delaminado, limpeza abrasiva do aço exposto até o padrão comercial SA-2.5, aplicação de primer rico em zinco para passivação galvânica do aço e, por fim, recomposição volumétrica com microconcreto estrutural fluido ou argamassa tixotrópica polimérica de alta resistência estrutural (fck > 40 MPa).
O acesso por cordas reduz os custos operacionais e de mobilização em até 80%. Não há necessidade de montagem de canteiros volumosos, interdições duradouras de faixas de rolamento ou custos adicionais com logística de sinalização pesada. Enquanto andaimes convencionais exigem dias para montagem e desmontagem, nossos especialistas ativam os acessos em minutos diariamente, acelerando o cronograma global da obra em até 4 vezes.
Entre em contato com nossa divisão de engenharia de pontes e viadutos para agendar um estudo técnico in loco.
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